Inicio esta mensagem citando mais uma vez o poema/ canção a uma enamorada, de Bertold Brecht:
Quando me fazes alegre
Penso por vezes:
Agora poderia morrer
Então seria feliz
Até o fim.
E quando envelheceres
E pensares em mim
Estarei como hoje
E terás um amor
Sempre jovem.
FELIZ ANO NOVO! FELIZ 2012!
A mensagem que se segue, é baseada no BRASIL SEIKYO, Um jornal em prol da paz e prosperidade, Ano 47 - n° 2.112 e 2.113.
Queridas amigas e estimados amigos é com imensa satisfação que manifesto meus mais sinceros votos de Feliz Ano-novo! Este ano surge transbordante de amplas possibilidades. Desejo a vocês e seus familiares um ano de contínuas vitórias!
"Nós da SGI sempre promovemos nosso movimento cultivando a amizade e a confiança de pessoa para pessoa. E foi assim que nos tornamos uma organização global. Vamos irradiar brilhantes luzes da esperança para a comunidade, para a sociedade e para o futuro".
O Ano de 2012 é um ano de eleição municipal. É preciso avaliarmos a atuação do prefeito e também dos vereadores, para tentarmos melhorar nossa condição de vida na cidade que moramos. É importante forjarmos os jovens!
A inspiração para desenvolver minhas ações culturais baseia-se na filosofia humanística do Budismo Nitiren Daishonin. Seus conceitos principais são: a dignidade e a igualdade inerentes em todos os seres vivos; a unicidade da vida e seu meio ambiente; o inter-relacionamento das pessoas que fazem do altruísmo o caminho viável para a felicidade pessoal; o potencial ilimitado de cada pessoa para a criatividade, e o direito fundamental de cultivar o auto-desenvolvimento por meio de um processo de reforma auto-motivada denominada de "Revolução Humana".
O mundo moderno trouxe muitas facilidades, principalmente na área da comunicação. O celular e a internet permitem que pessoas de diferentes partes do mundo se comuniquem entre si por meio da voz, de mensagens ou imagens, tudo em tempo real. Contudo, é paradoxal que o que serve para "aproximar" pessoas, esteja afastando cada vez mais os que estão fisicamente tão perto. O contato direto com as pessoas está cada vez menor. Levadas pelos intensos compromissos, elas não se veem mais, não se encontram, mandam torpedo. Quando se dão conta, alguns meses já se passaram e nem se viram, embora morem no mesmo bairro ou pertençam à mesma organização.
Filosofia Humanística
A filosofia humanista fornece o meio pelo qual as tendências destrutivas da ganância, da ignorância e do ódio podem se transformar em virtudes altruístas como coragem, sabedoria e benevolência. O triunfo de uma pessoa sobre as batalhas e os desafios pessoais resulta no potencial positivo e na realização da própria "Revolução Humana".
É evidente a ausência de valores efetivos na sociedade contemporânea. O ser humano conquistou impressionantes avanços tecnológicos, porém estes não trouxeram a tão sonhada paz e felicidade. Nunca em sua história, a humanidade contou com tanta abundância de bens e, por outro lado, com tamanha proliferação da angústia e depressão. A civilização atual vive momentos de grande impasse em várias ordens: social, econômica, ambiental e espiritual. É premente que se encontrem soluções efetivas a partir de uma revisão sistemática de valores e conceitos.
“O mais importante é quando uma pessoa se
desenvolve como ser humano. Treinar a si mesmo,
polir a si próprio – nessa atitude se
encontra o brilho de uma vida realmente primorosa.”
(Daisaku Ikeda)
Há hoje uma crescente corrente de interesses pelas questões culturais, tanto das academias, como na política, quanto no cotidiano da sociedade. Isso porque trata-se de uma questão que abarca tudo o que se refere à noção de mundo e do que significa respeito e dignidade humana. Não há forma melhor de fomentar a inclusão social do que por meio da educação em artes e cultura.
Educação e cultura têm uma estreita relação pois uma depende da outra para coexistirem harmonicamente em prol da formação da cidadania plena. Porém, perpassam pelos limites impostos pelas contradições socio-econômicas que impedem o livre acesso à educação e à cultura, o que causa uma imensa lacuna na formação integral da população.
São desafios para este novo milênio proporcionar, não somente condições de acessibilidade aos bens culturais e educacionais, mas também de conscientização quanto ao valor e a importância de sua identidade cultural enquanto Nação.
Antes de encerrar esta mensagem é de grande importancia mencionar a importância do apoio recebido ao longo deste ano pelo Jeter Design, Portal SJC, O Pedal Pizza Metro, Quiosque Philosofy, Rique Fróes Fotografia, Dee Jay Zé Paulo, Academia CBS, Coágulo Filmes, Ornato Casa & Presentes, Café da Madre e em destaque à Universal Jóias. Quero expressar meu mais sincero agradecimento! Muito obrigado.
Agradeço também a todas as colunistas que nos possibilitou um crescimento de acessos, devido ao conteúdo de seus textos. Ana Pirolo, Paula Heredy, Talita Rennó, Luisa Fischer, Dani Soffner, Cristiane Sita, Daniela Vasques e Flavia Strada, Flavia Almeida, Dani Gheler, Patricia Mendonça, Mari Ianishi e Ana Moura.
Gostaria de finalizar essa mensagem com um trecho de um discurso do presidente Ikeda: "A felicidade, como também a plena satisfação, encontram-se dentro do desafio para o nosso desenvolvimento e dentro das ações para o próprio fortalecimento, os quais se obtêm por meio do devotado empenho para o bem das pessoas, para o bem dos amigos e para o bem da sociedade". "O budismo é bom senso, é conduzir as outras pessoas à felicidade e transformar a sociedade em que vivemos por meio da própria revolução humana".
Eis a grandiosidade do Budismo Nitiren Daishonin.
Seguindo as diretrizes da SGI e as recomendações do presidente Ikeda, meu mestre da vida, encerro esta mensagem com meus mais sinceros votos de boa saúde, vitalidade, infinita boa sorte e benefícios neste ano que se inicia, como também votos de paz, segurança e prosperidade a cada um dos senhores e aos seus familiares em suas respectivas comunidades.
Mais uma vez, desejo a todos, um ano de muitas vitórias! Agradeço sinceramente sua atenção e paciência. Pratiquem o altruísmo e, por favor, cuidem da saúde!
Abraço cultural
Júlio Saggin































