26/01/2012

Educadores: redes sociais ou ditatoriais?

Saudações leitores!

Como passaram a semana?


Na semana passada, a colega Daniela Gheler comentou em sua coluna a importância do respeito às pessoas nas redes sociais (http://producaoemcena.blogspot.com/2012/01/as-redes-nossas-de-cada-dia.html). A colunista falou ainda sobre o ter cuidado com o que se joga na internet, pois o conteúdo pode ser interpretado de várias formas e até mesmo ofender.


Em épocas de BBB, é comum ver pessoas manifestando-se contra ou a favor. Eu, por exemplo, sou completamente contra a esse tipo de programa, mas tem quem goste e eu devo respeitar a opinião desta pessoa, a qual tem o mesmo direito que eu de publicar o que pensa.

É sensato discutirmos o tema, sem agredir o gosto alheio e, o mais importante, sem querer impor que esta pessoa deixe de publicar aquilo que deseja. Também não cabe a nós aculturá-la. Podemos argumentar civilizadamente, podemos educar e conscientizar, respeitando sempre a liberdade de escolha e de opinião do próximo.

Se não quero ver tal publicação, posso bloqueá-las ou simplesmente ignorar. Também existem formas de filtrar as informações recebidas, disponibilizadas pelos navegadores.

As possibilidades estão aí para que as redes sociais continuem sendo uma forma de interação proveitosa e divertida. Afinal, estamos nas redes sociais para nos socializar ou para sermos ditadores?

Em casos extremos, essa mesma não aceitação das diferenças causa conflitos e mortes, podemos citar o exemplo recente da Síria. Que realidades queremos para as nossas vidas?

Desejo a todos uma excelente semana!

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